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Perguntas importantes que você pode já ter se feito!

Atualizado: 20 de mar. de 2023

A ideia desse post fixado no blog é o de juntar perguntas que considero relevante ou que escuto com alguma repetição. Aqui as respostas serão breves, e as perguntas vão se somando ao longo do tempo!


Quando buscar terapia?

A busca por um psicoterapeuta/psicólogo é legítima em todos os casos, desde uma experimentação até um desejo por autoconhecimento. Quando falamos em demandas que a psicoterapia apresenta resultados proveitosos em relação a outras formas de tratamento, podemos citar: sofrimento persistente, queixas que se repetem, ausência de rede de apoio, etc.


Como funciona o processo terapêutico?

É um espaço de fala, onde o paciente é protagonista. Há, contudo, trocas entre terapeuta e paciente, sendo possível olhar para pensamentos, comportamentos e sensações que tragam desagrado com maior curiosidade.


Qual a duração da sessão e do processo terapêutico?

As sessões tem duração média de 50 minutos, com frequência semanal, salvo exceções. Quanto a duração da terapia, ela pode se estender por tempos indefinidos, a depender das demandas e objetivos de cada cliente. Quando pensamos em remissão de sintomas, podemos observar mudanças significativas dentro de 6 meses, mas os objetivos podem se alterar durante esse tempo.


Eu recebo alta?

Essa é uma pauta em aberta a ser discutida em sessão. Não vejo quem busca meu serviço como pessoas doentes precisando serem curadas, mas pessoas que estão presas em funcionamentos pouco úteis ou valorosos para suas vidas. A terapia pode ter fim por diversas razões, desde pouco aproveitamento da dupla, a remissão de sintomas, até a mudança significativa quanto as demandas e objetivos. Enquanto terapeuta, considero ético trazer a tona o quanto a terapia é/ainda é benéfica ao cliente. A decisão de interromper o tratamento, no entanto, a mim faz sentido que parta do cliente, quando ele entende que já não precisa mais da ajuda.


O que é ansiedade?

Uma emoção, como raiva, alegria, medo. Costuma provocar mudanças fisiológicas (é possível, assim, que você sinta algo bastante característico em seu corpo) e geralmente acompanhado de pensamentos desconfortáveis. É fundamental para nos mobilizarmos diante da vida, e sinaliza que algo importante corre algum risco. Em frequência e intensidade muito elevados, pode levar a um sofrimento significativo.





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